Comparativo · Broadsign × Controled
Alternativa ao Broadsign: como o Controled se compara
A Broadsign é a plataforma de referência para grandes operações de OOH: ad server próprio, gestão de conteúdo e de rede, campanhas em mídia estática, plataforma programática do lado da oferta (SSP) e mensagens locais de signage, tudo num produto só. A comunicação fala de vender mais campanhas, planejar e entregar publicidade contextual em DOOH programático e conectar a rede a compradores globais — o mercado dela são operadores com inventário grande, times de vendas estruturados e relação com agências.
Nesse porte, o software é parte da máquina comercial: ele decide qual criativo entra em qual tela e horário para maximizar receita, faz o rateio do inventário entre venda direta e programática e presta contas no padrão que a agência exige. É um problema de otimização, não de organização.
O Controled atende a outra ponta do mercado, e isso não é eufemismo: rede pequena e média no Brasil, venda direta ao anunciante local, contrato assinado, cobrança mensal. A tela vira slots com dono, prazo e valor; o anunciante tem painel próprio; a peça passa por aprovação; o espaço vago recebe institucional; e o fechamento sai como Proof of Play por anunciante.
Para que o Broadsign foi desenhado
Ad server de OOH
A distribuição de campanhas é resolvida por servidor de anúncios, com regras de entrega e otimização de receita. É o motor de quem vende volume grande a muitos compradores ao mesmo tempo.
SSP programática integrada
A plataforma expõe o inventário a compradores programáticos, com campanhas contextuais e segmentação de audiência. Para rede conectada ao mercado global, é o canal de receita principal, não um extra.
Escala como premissa
Cases de marcas e agências internacionais, mídia estática junto da digital e planos sob consulta. O produto assume estrutura comercial e operacional que rede pequena não tem — nem precisa ter.
Onde os dois diferem
| Tema | Broadsign | Controled |
|---|---|---|
| Porte atendido | Grandes redes OOH, com time de vendas estruturado e relação com agências. | Rede pequena e média, venda direta ao anunciante local. |
| Como a peça entra no loop | Ad server decide entrega e otimiza receita entre venda direta e programática. | Slot fixo com dono: cada posição tem anunciante, vigência e valor contratados. |
| Canal de venda | Venda direta, mídia estática e SSP programática no mesmo produto. | Venda direta apenas; não há conexão com compradores programáticos. |
| Autoatendimento do anunciante | O comprador chega por agência ou plataforma programática. | Painel do cliente: o anunciante sobe a peça e baixa o relatório dele sozinho. |
| Espaço não vendido | Preenchido pela otimização do ad server e pela demanda programática. | Institucional entra sozinho no slot vago e sai quando o espaço é vendido. |
| Comprovação | Relatório no padrão de agência e de compra programática. | Proof of Play por anunciante, peça, tela e período, para anexar à cobrança. |
| Contratação | Planos sob consulta, contrato internacional, suporte em inglês. | Proposta em real pelo tamanho da rede, suporte em português. |
As informações sobre o Broadsign foram tiradas do site público do fabricante (https://broadsign.com/), conferidas em 18 de setembro de 2026. "Não descrito na página pública" significa exatamente isso: o recurso pode existir sem estar documentado ali. Produto de terceiro muda sem aviso — confirme com o fabricante antes de decidir.
Qual escolher
Escolha a Broadsign se
a sua operação já é grande: inventário relevante, receita vinda de agências e de compra programática, necessidade de otimizar entrega entre campanhas concorrentes e de prestar contas no padrão do mercado global. Nesse cenário, o ad server é o que faz o dinheiro aparecer, e nenhuma ferramenta de organização substitui isso.
Escolha o Controled se
a sua rede tem de dezenas a algumas centenas de telas, a venda é direta e o que atrapalha é a rotina: contrato em planilha, peça por WhatsApp, vigência esquecida, slot vago invisível e relatório de fechamento montado à mão.
Como é sair do Broadsign e entrar no Controled
A parte técnica é a rápida: subir a biblioteca e instalar o player leva pouco tempo. O que leva tempo é o cadastro comercial, porque na maioria das operações ele não vive no sistema antigo — vive numa planilha ao lado.
Levantar o que está no ar hoje
Lista de telas, peças em exibição e o dono de cada peça. Quando isso já existe num lugar só, metade da migração está feita antes de começar.
Baixar a biblioteca de mídia antes de encerrar a conta
Peça montada no editor da plataforma anterior costuma sair só como vídeo renderizado, não como projeto editável. Enquanto o acesso existe, vale pedir a arte original ao anunciante — depois fica caro.
Cadastrar contrato, vigência e valor de cada slot
É a etapa mais longa e a que muda o dia a dia. A partir dela, vencimento, ocupação e comprovação saem do sistema em vez de sair da planilha.
Instalar o player e parear a tela
Windows, Linux ou Android/TV. O pareamento é por serial de ativação, sem mexer na configuração de rede do ponto nem trocar equipamento que já esteja funcionando.
Virar no começo do mês, com os dois no ar por alguns dias
Fechar o mês antigo na ferramenta antiga e abrir o novo na nova evita entregar ao anunciante um primeiro relatório partido ao meio.
O que não vai junto: o histórico de exibição fica no Broadsign. Nenhuma plataforma importa Proof of Play de outra, então exporte os relatórios do período que ainda pode ser cobrado ou contestado antes de encerrar a conta.
Perguntas frequentes
O Controled funciona para rede grande?
Funciona para rede de dezenas a algumas centenas de telas com venda direta. O limite não é técnico, é de modelo: a partir do momento em que a maior parte da receita vem de agência e de compra programática, o que decide é ad server e SSP, e aí a Broadsign resolve um problema que o Controled não resolve.
Qual a diferença entre slot fixo e ad server?
No slot fixo, cada posição do loop é vendida a um anunciante por um período: você sabe de antemão quem aparece e quantas vezes. No ad server, a entrega é decidida a cada momento por regra de otimização, para extrair a melhor receita do inventário. O primeiro modelo casa com contrato assinado e cobrança mensal; o segundo, com leilão e campanha comprada por impacto.
O Controled vende mídia programática?
Não. Não há integração com DSP ou SSP, e nesse quesito a diferença é de categoria de produto, não de maturidade. Se o plano de crescimento passa por expor o inventário ao mercado programático, essa é a conversa a ter antes de escolher a ferramenta.
Dá para começar no Controled e migrar depois?
Dá, e é um caminho comum: organizar a venda direta primeiro, crescer, e só então avaliar plataforma de porte quando agência e programática passarem a pesar na receita. O que facilita essa transição é ter o histórico limpo — contratos, vigências e exibições registrados —, que é justamente o que o Controled guarda desde o primeiro mês.
Entenda os termos
Conte a sua operação e veja se o Controled encaixa
Se não for o caso, a gente diz. Planos pelo tamanho da rede, proposta no mesmo dia.
Falar com especialista