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Gestão de mídia digital para shoppings
Você administra um shopping com totens e telas espalhados por corredores, praça de alimentação e acessos — ou opera uma rede de mídia dentro de malls de terceiros. O inventário é valioso: fluxo alto, público em modo de compra, permanência longa. Mas a operação é um nó — lojista querendo anunciar amanhã, marketing do mall exigindo espaço para os eventos, agência de marca regional pedindo relatório que você não tem como gerar.
O mix de anunciantes é o que torna shopping diferente de qualquer outra praça: o lojista do piso L2 divide o loop com uma marca nacional trazida por agência e com a campanha institucional do próprio mall. Cada um tem prazo, formato e exigência de comprovação distintos — e tocar isso com e-mail, planilha e uma pessoa subindo mídia de madrugada não sobrevive à escala.
Com o Controled, o lojista sobe a própria campanha pelo portal e você aprova antes de ir ao ar; as campanhas do mall preenchem automaticamente o que não foi vendido; a ocupação de cada tela e corredor fica visível num painel; e o Proof of Play mensal sai sozinho para cada anunciante — inclusive no formato que a agência cobra.
O que trava a operação hoje
Lojista fecha na quinta, quer estar no ar na sexta
A loja de moda decidiu anunciar a promoção do fim de semana em cima da hora. No fluxo atual — e-mail com anexo, checagem manual de formato, alguém da equipe agendando a subida — a campanha entra no sábado à tarde, quando metade do fim de semana já passou. Venda perdida para o lojista, credibilidade perdida para o seu inventário.
Campanha do mall disputa espaço com a receita
O marketing do shopping precisa divulgar o festival gastronômico, o horário especial e a campanha de Natal. Sem regra clara, cada inserção institucional agendada na mão ocupa slot que a equipe comercial poderia vender — e ninguém sabe dizer quanto inventário o próprio mall está consumindo, nem quanto isso custa em receita não realizada.
Quarenta telas, ocupação invisível
Entre corredores, praça de alimentação e estacionamento, o parque de telas cresceu — mas o controle continua numa planilha que alguém atualiza quando lembra. Qual tela está 100% vendida? Qual está rodando bonificação há três meses? Sem visão de ocupação por ponto, a tabela de preços é chute e a meta comercial não tem mapa.
Como fica o loop na prática
No corredor, o público está em deslocamento: peças de 15 segundos comunicam no tempo de uma passada de olhar, e o loop de um a dois minutos se repete várias vezes ao longo do trajeto do visitante pelo mall. As posições institucionais dão vazão às campanhas do shopping sem canibalizar slot vendido — e absorvem o que a equipe comercial ainda não fechou.
Como o Controled encaixa na sua operação
Portal self-service com aprovação
O lojista sobe a arte pelo portal na quinta à noite; o marketing revisa, aprova e a campanha entra no ar na sexta de manhã. O fluxo que levava dias em troca de e-mails passa a caber num intervalo de expediente — e nada entra na tela sem passar pelo crivo de quem responde pela imagem do mall.
Relatório de ocupação por tela e praça
Corredor central 100% vendido, ala norte com três posições livres, estacionamento rodando só institucional: a ocupação de cada ponto fica visível em tempo real. É a base para diferenciar preço por praça, montar pacotes com o que sobra e dar meta comercial em cima de dado, não de impressão.
Institucional automático do mall
Eventos, horário especial e campanhas sazonais do shopping entram automaticamente em qualquer slot não vendido. O marketing ganha um canal permanente sem disputar espaço na mão com a equipe comercial — e a regra de quem ocupa o quê deixa de ser negociação caso a caso.
Proof of Play mensal por anunciante
A marca regional que comprou via agência exige comprovação formal: exibições por peça, por tela, por período. O relatório sai automaticamente todo mês, no padrão que sustenta a prestação de contas da agência — e que diferencia o seu inventário do concorrente que ainda manda foto de celular.
Ajuste automático de duração
O lojista mandou um vídeo de 22 segundos para um slot de 15? A plataforma enquadra a peça nas durações padrão de 15, 30 ou 60 segundos, eliminando a ida e volta de arte que atrasa campanha — o atrito clássico entre lojista apressado e grade de mídia rígida.
Referências do segmento
Valores de referência do mercado — cada rede tem a sua realidade.
Perguntas frequentes
O lojista pode subir a própria campanha?
Sim — esse é o fluxo pensado para shopping. Cada lojista tem acesso ao portal, sobe a peça e acompanha o status. Nada vai ao ar sem aprovação do time do mall, que mantém o controle editorial e de padrão visual. O resultado é campanha entrando em horas, não em dias, sem aumentar o trabalho da sua equipe.
Como garanto espaço para as campanhas do próprio shopping?
De duas formas: reservando posições institucionais fixas no loop para o marketing do mall e deixando o preenchimento automático cobrir os slots não vendidos com conteúdo do shopping. Você define a regra uma vez e ela vale para o parque inteiro — sem negociação semanal entre marketing e comercial por espaço na tela.
A agência da marca pede relatório auditável. Tenho como entregar?
O Proof of Play mensal é gerado automaticamente por anunciante, com exibições por peça, tela e período. É o documento que a agência anexa à prestação de contas do cliente. Inventário de shopping disputa verba com mídia programática e OOH de rua — sem comprovação nesse nível, a verba vai para quem tem.
Consigo tratar cada corredor como um inventário diferente?
Sim. Cada tela é um inventário independente, com loop, anunciantes e ocupação próprios. Você agrupa por praça — corredor central, praça de alimentação, acessos — e o relatório de ocupação mostra o desempenho de cada uma. Isso sustenta tabela de preço diferenciada por fluxo e pacotes combinando pontos premium com pontos de apoio.
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