Software · Mídia indoor
Software de mídia indoor para quem vende espaço em tela
Software de mídia indoor é o sistema que controla o que aparece nas telas instaladas dentro de um estabelecimento — a TV da recepção, o monitor da fila do caixa, o painel do corredor do shopping. Ele guarda os arquivos, monta a sequência de exibição, agenda por data e horário e mantém cada player do ponto sincronizado pela internet, sem ninguém precisar ir até a tela com um pen drive.
Só que existe uma diferença grande entre exibir e operar. A maioria dos sistemas de mídia indoor do mercado resolve a primeira parte: sobe o vídeo, monta a playlist, manda pra tela. Quem tem uma tela na própria loja e quer mostrar o cardápio está atendido. Quem transformou a tela em produto — vende espaço, assina contrato, emite nota e precisa provar entrega no fim do mês — descobre rápido que a playlist é a parte fácil.
A parte difícil é comercial. Oito anunciantes dividindo o mesmo minuto de loop, cada um com data de início e de fim diferente, cada um com peça que muda toda quinzena, um deles pediu pra sair antes e outro dobrou o número de inserções. Some as trocas de peça, o slot que ficou vago e ninguém percebeu, o contrato vencido que continuou rodando de graça por três semanas, e a ligação do anunciante perguntando se o vídeo dele passou mesmo. Nada disso é problema de playlist. É problema de gestão de inventário.
O Controled foi construído para essa segunda camada. Ele faz o básico que todo software de mídia indoor faz — upload, sequência, agendamento, player que funciona offline — e acrescenta a operação que falta: a tela dividida em slots vendáveis, cada slot com dono, vigência e valor; o anunciante com login próprio pra subir a peça dele; a aprovação obrigatória antes de qualquer coisa ir ao ar; o espaço vago preenchido automaticamente com conteúdo institucional; e o relatório de exibições por anunciante fechando o mês.
Onde a ferramenta genérica para de servir
A planilha que só uma pessoa entende
Quem vendeu qual slot, até quando, por quanto, com qual peça no ar. Enquanto são três anunciantes numa tela a planilha aguenta. Na décima tela com oito anunciantes cada, ela vira um passivo: só uma pessoa sabe ler, ninguém confere, e o erro só aparece quando o cliente reclama ou quando alguém percebe que um contrato venceu há um mês e o vídeo continua rodando.
Toda troca de peça passa por você
O anunciante manda o vídeo novo no WhatsApp, você baixa, confere formato, sobe no sistema, encaixa no slot certo e responde que está no ar. Multiplicado por sessenta anunciantes, isso é um turno inteiro por semana consumido em tarefa que não gera receita — e é a primeira coisa a atrasar quando a semana aperta.
Sem prova, a renovação vira negociação
O anunciante não passa na frente da tela todo dia. No fim do contrato ele pergunta o que recebeu pelo dinheiro, e a resposta honesta é "passou, confia". Sem número de exibição por peça e por tela, cada renovação começa do zero e a conversa de preço acontece sem nada do seu lado da mesa.
Como fica o loop na prática
Em mídia indoor quem assiste está parado e esperando: fila, sala de espera, recepção. O dwell time alto permite peças de 15 a 30 segundos e um loop mais longo do que o de rua, porque a mesma pessoa vê o ciclo repetir duas ou três vezes. O slot que ninguém comprou não fica preto: entra a peça institucional do operador, que também é o melhor anúncio de venda do próprio inventário.
O que o Controled faz nessa camada
Slots vendáveis em vez de playlist
A tela é dividida em posições com dono, valor e vigência, não numa lista de arquivos. Você vende o slot 3 da tela da recepção por três meses e o sistema sabe o que fazer no dia do vencimento. É o que separa um software de mídia indoor de um reprodutor de vídeo com agenda.
Painel do anunciante
Cada cliente entra com o login dele, sobe a peça nova, acompanha onde está no ar e baixa o relatório do mês sozinho. A troca de criativo sai da sua caixa de entrada e volta pra quem é dono dela — e você continua com a palavra final, porque nada publica sem aprovação.
Aprovação antes do ar
Toda peça enviada pelo anunciante fica em fila esperando o seu aval. Você vê o vídeo, aprova ou devolve com o motivo. Numa rede que vende espaço para terceiros, publicar sem conferir é risco de imagem e de contrato — a fila de aprovação é o que torna o autoatendimento seguro.
Institucional automático no espaço vago
Slot sem anunciante nunca vira tela preta nem repetição do vídeo do vizinho: entra a peça institucional da rede. Quando o espaço é vendido, o institucional sai sozinho. O inventário parado passa a trabalhar como anúncio da própria operação.
Ajuste de duração ao slot contratado
O anunciante mandou 42 segundos e comprou um slot de 30. Em vez de recusar o arquivo ou cortar na mão, o sistema ajusta o vídeo ao tempo contratado no processamento. Uma fricção a menos por peça recebida, multiplicada por todas as trocas do mês.
Proof of Play por anunciante
O player registra cada exibição e o relatório mensal fecha por anunciante, peça, tela e período. Anexado à cobrança, ele transforma renovação em rotina: o cliente vê o que comprou antes de perguntar.
Referências de operação
Valores de referência do mercado — cada rede tem a sua realidade.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre software de mídia indoor e digital signage?
Digital signage é o termo internacional para qualquer comunicação em tela digital, incluindo cardápio de restaurante, sinalização de aeroporto e mural interno de empresa. Mídia indoor, no vocabulário brasileiro, é o recorte publicitário: telas dentro de estabelecimentos exibindo anúncios de terceiros, com espaço vendido a anunciantes. Todo sistema de mídia indoor é um digital signage; nem todo digital signage precisa gerenciar contrato, slot e prova de exibição, que é justamente onde o Controled se concentra.
Preciso de internet no ponto onde fica a tela?
Para sincronizar, sim — é assim que a peça nova chega e que as exibições voltam para o relatório. Mas o player não depende da conexão para funcionar: ele baixa o conteúdo, guarda localmente e continua exibindo o loop se a internet cair. Quando a conexão volta, ele sincroniza o que mudou e envia as exibições acumuladas. Queda de internet no ponto não vira tela preta.
Que equipamento é preciso em cada tela?
Uma TV ou painel com entrada HDMI e um player rodando o aplicativo do Controled — mini PC Windows ou dispositivo Android, conforme o ponto. Não há exigência de marca de tela nem de hardware proprietário. Quem já tem uma rede instalada normalmente aproveita o parque existente.
O anunciante consegue subir a peça dele sozinho?
Sim, esse é o ponto do painel do cliente. Ele entra com login próprio, envia o criativo e acompanha o status. A peça não vai ao ar direto: entra na sua fila de aprovação, e só é publicada depois do seu aval. O trabalho repetitivo sai de você sem que você perca o controle editorial da rede.
Como funciona a cobrança do Controled?
O plano acompanha o tamanho da operação — quantidade de telas e de anunciantes ativos. Não há tabela pública nem checkout automático porque rede de 6 telas e rede de 200 telas não são o mesmo produto. Você fala com a equipe, descreve o parque e recebe a proposta no mesmo dia.
Dá para gerenciar telas de cidades diferentes no mesmo sistema?
Sim. As telas são organizadas por ponto e praça, e a gestão é remota por definição: você programa, aprova e audita tudo pelo navegador, de onde estiver. O mapa da rede mostra ocupação e presença por local, o que na prática substitui a ronda presencial para conferir se está tudo no ar.
Entenda os termos
Sua rede de telas, sob controle
Planos pelo tamanho da sua rede. Fale com a gente e receba a proposta no mesmo dia.
Chamar no WhatsApp